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Umeshu: conheça o licor de ameixa japonesa

Umeshu: conheça o licor de ameixa japonesa

A culinária japonesa é algo que caiu no gosto dos brasileiros há anos, vide a constante busca pelos restaurantes com as deliciosas iguarias a base de frutos do mar, e também o consumo do famoso sakê para acompanhar. Falando em bebidas, o assunto do nosso post de hoje é algo que os japoneses simplesmente adoram: o Umeshu. Trata-se de algo tão apreciado pelos cidadãos da terra do sol nascente quanto a tradicional cachaça aqui no Brasil. Ficou interessado e quer saber mais? Então continue acompanhando e saiba como apreciar essa tradicional bebida japonesa!

Conhecendo o Umeshu

O Umeshu nada mais é do que um licor de ameixa japonesa chamada Ume. Normalmente é preparado a partir de uma mistura de álcool destilado, Ume e mel, mas também pode ser preparado com a bebida alcoólica de sua preferência (sakê, pinga, whisky, vodka etc), bastando deixar as ameixas Ume dentro da garrafa durante seis meses aproximadamente. Caso você tenha oportunidade de visitar o Japão algum dia, nos supermercados e bares poderá encontrar uma grande variedade de tipos e marcas, como o famosíssimo Choya Kishu.

História

No início, a ameixa Ume, de origem chinesa, foi usada pela classe alta para fins medicinais. Mais tarde, quando o fruto chegou ao Japão, os japoneses começaram a preparar a bebida utilizando o shochu (licor feito de arroz, possivelmente originário da Pérsia), resultando em um conhaque de ameixa doce aromatizado e com um toque de acidez.

Como apreciar

Existem diferentes maneiras de desfrutar o Umeshu. Você pode bebê-lo puro em temperatura natural. Para os menos resistentes ao álcool (O Umeshu geralmente tem entre 10 e 15% de teor alcoólico), ele pode ser misturado com água gasosa ou comum gelada, com gelo, ou até mesmo com chá verde em temperatura ambiente, gelado ou quente.

Há quem misture o Umeshu com leite, e a textura fica muito próxima a de um iogurte. Fica com um gosto levemente doce, uma acidez agradável, e apresenta um aroma bastante suave.

Algo que os japoneses sempre fazem é comer a ameixa após consumir a bebida. O gosto fica bem acentuado, mas não deixa de ser interessante.

Benefícios

Além de ser muito apreciado pelo sabor, o Umeshu traz diversos benefícios. Confira alguns deles:

  • Ótimo para ter uma melhor noite de sono em função do efeito relaxante. Como o teor de alcoólico pode chegar a mais de 15%, bebê-lo em excesso pode provocar o efeito contrário. Portanto, aprecie com moderação;
  • Muitas pessoas utilizam o Umeshu como uma ótima opção para abrir o apetite;
  • Reduz consideravelmente os efeitos do cansaço diário;
  • Contém vitaminas e minerais, tais como B17, potássio, magnésio, ferro, e muitos outros, dependendo do preparo;
  • Ótimo auxiliar do sistema digestivo;
  • Algumas pessoas fazem uso tópico para ajudar a curar feridas.

E você, já ouviu falar desse tradicional licor de ameixas? Conhece alguma outra bebida tradicional do Japão? Quais você combinaria para fazer o Umeshu perfeito? Aproveite o espaço de comentários abaixo e conte para a gente! E continue acompanhando nosso blog para ficar por dentro das novidades!

Conheça 5 drinks com sakê incríveis para o verão

Conheça 5 drinks com sakê incríveis para o verão

Com a chegada do verão, todo mundo procura alternativas refrescantes para amenizar a sensação térmica e trazer bem-estar ao corpo. O sakê é uma dessas opções. Perfeito para coquetéis típicos da estação mais quente do ano, ele sai da cozinha japonesa com muita personalidade, originando combinações repletas de sabor e sofisticação. Neste post, vamos apresentar algumas receitas para drinks com sakê. Vamos lá?

5 drinks com sakê para o verão

Lichia Dream

Ingredientes

  • 2 doses de sakê;
  • 4 lichias sem casca e nem semente;
  • 1 dose (12ml) de leite de coco;
  • Açúcar a gosto.

Modo de preparo

Adicione as lichias na coqueteleira, acrescentando o açúcar conforme a medida de gosto. Utilize o pilão para macerar a mistura antes de colocar o gelo. Finalize adicionando o sakê e o leite de coco. Tampe a coqueteleira e bata por alguns segundos. Despeje a mistura em um copo de long drink e decore com uma lichia na borda. Sirva imediatamente.

 

Sakê Martini

Ingredientes

  • 2 doses de sakê;
  • 1 dose de vodca;
  • 10 ml de licor de melancia.

Modo de preparo

Complete a coqueteleira de gelo e misture bem, depois dispensando o excesso de água. Coloque o sakê, a vodca e o licor de melancia. Feche a tampa da coqueteleira e bata para que fique bem gelado. Utilize um coador para despejar a mistura em uma taça de Martini. Decore com casca de limão siciliano e sirva imediatamente.

 

Caipirinha de frutas vermelhas

Ingredientes

  • 2 doses de sakê;
  • 2 colheres de morango, framboesa e cereja frescas e inteiras;
  • Açúcar a gosto.

Modo de preparo

Coloque as frutas frescas na coqueteleira e complete com açúcar a gosto. Use o pilão para amassar a mistura, prestando atenção para que a massa fique bem homogênea. Despeje a combinação em um copo on the rocks e adicione o gelo. Coloque então o sakê e misture com um palito. Sirva imediatamente.

 

Sakê Fresh

Ingredientes

  • 3 doses de sakê;
  • 1 kiwi maduro;
  • 1 colher de açúcar;
  • Capim santo a gosto.

Modo de preparo

Utilize uma faca afiada para cortar o kiwi em pequenas rodelas. Em um copo longo ou coqueteleira, misture o kiwi e o açúcar. Pegue o pilão e macere a mistura até virar um composto homogêneo. Se estiver utilizando uma coqueteleira, passe a mistura para um copo longo e coloque o gelo e o saquê. Complete com gelo quebrado e lascas de capim santo na superfície.

 

Caipirinha de uva com gengibre

Ingredientes

  • 2 doses de sakê;
  • 1 pequena porção de uva sem sementes;
  • 200 g de gengibre;
  • Água e açúcar a gosto.

Modo de preparo

Esquente 500 ml de água e despeje o açúcar com o líquido ainda quente. Se precisar, utilize um mixer elétrico para dissolver o açúcar. Jogue na sequência o gengibre ralado e deixe a mistura descansar por 24 horas. Após esse período, coe a mistura. Em um copo de long drink coloque uma colher de uvas com 20 ml de xarope de gengibre macerados com pilão. Em seguida complete com gelo até um dedo antes da borda e adicione 75 ml de sakê. Misture com um palito e complete com gelo quebrado. Sirva a seguir.

 

Tipo de sakê ideal para drinks

Embora todo sakê seja muito saboroso, os do tipo nama possuem menos acidez e são mais indicados para o preparo de drinks com frutas, como o caso das caipirinhas.

Com tantas sugestões de drinks com sakê, fica difícil não testar nenhuma delas, não é mesmo? Tem mais alguma receita de drink? Escreva no espaço de comentários!

Saiba escolher o tipo de sakê conforme a situação

Saiba escolher o tipo de sakê conforme a situação

O sakê é muito famoso por ser uma bebida bastante saborosa. Criado no Japão, é produzido da fermentação do arroz e, eventualmente, é chamado de Nihonshu, sendo que Nihon significa Japão e Shu significa sakê.

Atualmente, existem diversos tipos de sakê e os melhores são provenientes de grãos de arroz de qualidade. As muitas opções dependem do gosto de quem escolhe bebê-lo e do que se pretende servir como acompanhamento. No Brasil, ainda estamos começando a conhecer os diversos tipos de sakê e aprendendo a apreciá-los.

Se você não conhece bem esta bebida ou tem dúvidas sobre qual tipo de sakê deve escolher para servir em uma refeição, este post pode ajudá-lo. Acompanhe!

Principais tipos de sakê

Para que tenhamos um sakê mais fino e elegante, o que deve ser fermentado é o amido que se encontra no miolo do arroz e não a superfície do grão do arroz, local em que estão as proteínas e lipídeos — que inibem a fermentação e alteram seu sabor final. Para eliminar essa “casca” do grão utiliza-se a técnica de polimento. Chamamos de seimaibuai a porcentagem do grão original do arroz que sobra após o polimento. Para se ter uma ideia, se o seimaibuai for de 60%, significa que 40% do arroz foi eliminado por meio da técnica. O sakê daiginjo é aquele com seimaibuai de até 50% (ou seja, o polimento elimina pelo menos 50% do grão). Já no ginjo o seimaibuai é de 51 a 60%.

Pode-se adicionar álcool destilado durante o processo e, quando isso acontece, a fermentação é interrompida e o resultado é um sakê considerado mais suave e menos encorpado. Desse procedimento surgem os tipos honjozo (em caso de seimaibuai de 70%) e futsushu que, por sua vez, apresenta seimaibuai superior a 70%. Caso não haja interrupções, todo o álcool do sakê será proveniente, exclusivamente, da fermentação. Nesse caso, chamamos a bebida de junmai, e ela pode ser do tipo ginjo ou daiginjo, dependendo do seimaibuai.

Os tipos de sakê surgem das alterações em alguma etapa do processo. O tipo nigori tem aspecto nebuloso pois não é filtrado, contendo partículas de arroz. O tipo nama, que significa cru, é decorrente de uma única pasteurização, ao invés das duas habituais. O tipo taru é envelhecido em barris, adquirindo gosto peculiar.

Como servir

Como tudo na cultura japonesa, existem rituais para o consumo de sakê. Alguns ficam melhores se servidos quentes ou mornos, enquanto outros podem ficar melhores em temperatura ambiente ou gelados.

Há uma regra geral que pode ser utilizada. Os sakês leves e delicados (não encorpados) ficam melhores se servidos gelados, frios ou frescos (5°C, 10°C e 15°C, respectivamente). Os robustos e encorpados, como a maioria dos Junmai e dos classificados como seco (dry), ficam melhores mornos ou quentes (30°C e 50°C) e, eventualmente, com um valor ainda mais elevado.

É importante notar que o sabor do sakê é alterado, significativamente, em função da temperatura. E embora haja uma conexão entre o grau ideal de servimento e características como corpo e grau de secura, sugerimos que você experimente rótulos a diferentes temperaturas para encontrar a sua favorita.

Harmonização: combinando alimentos e tipos de sakê

Os alimentos que devemos combinar com os muitos tipos de sakê devem ser escolhidos a partir do grau de secura da bebida. O junmai, do tipo seco, é passível de ser harmonizado com maior variedade de alimentos, sobretudo os que não apresentam grande quantidade de temperos, como, peixes, saladas, lagostas, sashimi e salmão.

Já o junmai, do tipo semi-seco, harmoniza melhor com alimentos mais temperados, como as carnes grelhadas. O daiginjo ou ginjo vai bem com alimentos levemente temperados e, é claro, os peixes estão inseridos nesse grupo. Além disso, você pode harmonizá-los com alimentos grelhados e cozidos no vapor ou mesmo fritos.

O nama, o sakê com aroma frutado, pode ser servido com pratos frios ou marinados em vinagre, como peixes e vegetais, salmão, frutos do mar e saladas. Por fim, o nigori, que não é filtrado, cai bem com carnes e alimentos picantes, tais como churrascos e costelas.

Gostou de conhecer os tipos de sakê e suas harmonizações? Se tiver mais dúvidas sobre esta e outras bebidas, deixe nos comentários!

Conheça a origem do sakê: do Japão para o mundo

Conheça a origem do sakê: do Japão para o mundo

O sakê é uma bebida tradicional japonesa consumida em ocasiões solenes, ritos religiosos xintoístas e também em momentos informais. Existem até mesmo cerimônias próprias para seu consumo. Portanto, ele já é parte da cultura japonesa. Neste artigo vamos falar sobre essa bebida que é sucesso não só no Japão, mas em todo o mundo. Confira!

Qual a origem do sakê?

Acredita-se que a bebida surgiu no século IV d.C, após o Japão iniciar o cultivo de arroz em grande quantidade. Nessa época a China era a grande produtora. Os japoneses passaram a utilizá-lo como base da alimentação e até hoje ele é um dos produtos mais consumidos e cultivados no país.

A bebida se originou do processo de fermentação usando apenas água e arroz. Segundo a cultura popular, sua primeira fermentação foi por acaso, em um barril de arroz mal vedado no qual entrou água. Por isso, bem no começo, o sakê era quase um mingau alcoólico.

Embora não possa se precisar a data de surgimento da bebida, um dos marcos na sua produção foi o início de sua confecção na cervejaria no Palácio Imperial de Nara, quando esta era a capital do Japão entre 710 e 792 d.C. Quando o posto passou para Kyoto, no período histórico japonês seguinte, a bebida já tinha status nobre e passou a ser consumida quente.

Foi, principalmente, com a abertura dos portos japoneses no século XIX e com as migrações japonesas que a bebida começou a ganhar o mundo. O Brasil, um dos países que mais recebeu imigrantes, adquiriu o gosto pela bebida.

Com o passar dos séculos, as técnicas de produção foram se aprimorando até chegarmos à bebida que temos hoje.

Como a produção do sakê evoluiu ao longo da história?

Antes da Segunda Guerra Mundial, mesmo com as variações de receitas entre os inúmeros concorrentes, a bebida era feita unicamente de água e arroz. No entanto, com a Segunda Guerra e a escassez de arroz, o sakê passou a levar outros aditivos — como fermentos, glicose e álcool puro — para baratear o custo de produção e diminuir seu tempo de preparo.

Mas a base do preparo da bebida ainda é a mesma. São utilizados água — em grande quantidade — arroz cozido no vapor e o koji, que é o arroz já fermentado. O Koji foi introduzido na produção no século XIV como uma inovação, pois era fermentado em separado. Isso fez com que a bebida passasse de um mingau alcoólico para algo mais próximo do que temos hoje. Misturados e filtrados em intervalos regulares, esses principais ingredientes fizeram surgir essa excelente e tradicional bebida.

Um dado interessante é que o sakê, também no século XIV, passou a ser pasteurizado, pois empiricamente percebeu-se que o processo matava um elemento prejudicial à bebida. Isso foi séculos antes de Louis Pasteur descrever cientificamente o processo de pasteurização.

O resultado disso é que hoje, feito a partir da fermentação do arroz, o sakê é uma bebida com teor alcoólico entre 16% e 18%. Seu processo de fabricação leva de 23 a 37 dias no total e, depois disso, ele é deixado em descanso por um período aproximado de 6 meses, quando se acrescenta água pura.

Agora que você aprendeu sobre a origem do sakê, que tal nos contar sobre a sua experiência com a bebida? Deixe um comentário!

Conheça os maiores mitos e verdades sobre o sakê

Conheça os maiores mitos e verdades sobre o sakê

copo_sake_geladoO ritual parece sagrado no japa da esquina e é sempre seguido à risca: você olha o cardápio, que tem uma ou duas opções de sakê, pede a bebida bem gelada e a aprecia na companhia de um combinado de sushis, em um copinho baixo e quadrado com uma borda de sal. Embora essa cena seja a descrição do que a maioria dos restaurantes japoneses oferece no Brasil, ela não passa de uma sequência de mitos sobre o sakê, uma reinterpretação brasileira para os hábitos orientais. No Japão, aliás, ela não poderia estar mais equivocada.

Sim, este fermentado de origem japonesa é cercado de tradições que só existem em solo brasileiro. E estamos aqui para desvendar todos os seus segredos. Confira, a seguir, as principais verdades e mitos sobre o sakê.

O massu é obrigatório?

O que seria do sakê no Brasil se não fossem os copinhos quadrados e achatados em que são servidos? Na verdade, esse tipo de utensílio, o massu, é usado normalmente no Japão como unidade de medida para receitas. E por lá toma-se o sakê em outro tipo de copo, feito de cerâmica, chamado choko. O ideal, contudo, é apreciar a bebida em taças de cristal para aproveitar cada nuance de sabor e aroma.

E a bordinha de sal?

Não se sabe exatamente onde essa moda surgiu, mas o porquê é conhecido: o sal disfarça a baixa qualidade de sakês inferiores. Da próxima vez que for bebericar um sakê, não caia no truque da “margarita”. E, se estiver no Japão, jamais peça sal para adicionar à bebida — isso pode soar ofensivo para o dono do bar ou restaurante.

É parecido com a cachaça?

Mais um mito. A cachaça é um destilado, enquanto o sakê é um fermentado feito de arroz.  Isso faz toda a diferença no teor alcoólico das bebidas: enquanto a aguardente tem em geral mais de 40% de álcool, o sakê é bem mais suave, em média de 14% a 16% de graduação. É por isso que muitos exageram na primeira dose — por ser tão leve no paladar, quase não se percebe o álcool ao experimentá-lo.

A harmonização só é feita com sushi?

Mais do que um mito, trata-se de uma mentira.  Assim como o vinho, o sakê combina com vários tipos de pratos, e isso varia conforme o gosto de quem vai beber (e comer). No Japão, ele é mais apreciado nos izakayas, bares de petiscos de happy hour. O sakê vai muito bem com estas entradinhas, como espetinhos, caldos e conservas. E também se sai bem com peixes assados ou grelhados, refogados, ensopados de legumes, e toda variedade de pratos. Na hora da harmonização, basta observar a intensidade de sabores da bebida e do prato e, claro, se a combinação agrada.

A variedade é uma característica do sakê?

Isso, só por aqui. E por enquanto, porque a cultura do sakê vem crescendo a cada dia no Brasil e a tendência é que o mercado se diversifique cada vez mais. Na verdade, existem inúmeros estilos e categorias da bebida: licoroso, espumante, leitoso, fortificado, envelhecido, seco, suave.

Só é servido bem gelado?

Isso é pouco difundido no Brasil: em dias mais frios, no Japão, costuma-se beber o sakê aquecido até 55ºC. Ao esquentar a bebida, o sabor do arroz se intensifica, porque parte do álcool será evaporada. E tem mais: mesmo para dias quentes, é melhor servir o sakê frio, mas não gelado – a partir de 5ºC é a temperatura ideal.

E então, você já conhecia os mitos sobre o sakê? Tem alguma dúvida ou dica? Deixe sua opinião nos comentários!

Sakê premium faz bem para a sua saúde!

Sakê premium faz bem para a sua saúde!

Baseado em dados científicos, iremos expor as últimas descobertas sobre os benefícios de se beber sakê premium com frequência e moderação. Assim como o vinho, o sakê não é um destilado, mas sim fermentado. Assim como a cerveja, o sakê é produzido com grãos ricos em carboidratos (amido), e não com frutas ricas em açúcar. É uma das bebidas mais naturais, pois é feita somente de arroz, água, levedura e koji-kin.

Algumas pessoas não experimentam o sakê, por acreditarem que a bebida é tão alcoólica como a cachaça, quando na verdade não é uma bebida forte. Os sakês contém entre 15% e 16% de álcool. Não é muito diferente do vinho, cujo teor alcoólico varia de 10% a 15%.

1) Sakê premium não contém sulfitos

Os sulfitos ou sais do ácido sulfuroso são utilizados como antioxidantes na indústria alimentar. São encontrados em vinhos, cervejas e sucos de laranja industrializados. Quase 1% da população e 5% dos asmáticos ou alérgicos tem sensibilidade a sulfitos e desenvolvem dor de cabeça se ingeri-los, mesmo que em baixa dose. Além disso, as histaminas e os taninos, normalmente presentes em vinhos, principalmente tintos, também podem causar urticária, irritações na pele e diarréia.

2) Sakê premium não causa ressaca

Sakês premium são puros e não contém congêneres (impurezas e subprodutos da fermentação em bebidas alcoólicas que causam ressacas). As principais fontes de congêneres no sakê são as proteínas e lipídeos encontrados na camada superficial do grão de arroz. Mas no sakê premium, o arroz é polido a um grau que esses congêneres são eliminados. Se consumir com moderação, perceberá que o sakê premium não causa ressaca. No Japão diz-se que “você sabe se o sakê é bom no dia seguinte”.

Continuaremos a nossa série de 15 motivos nos próximos posts. Enquanto isso, kanpai!