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4 dicas para armazenar sakes de forma correta

4 dicas para armazenar sakes de forma correta

Não importa se você já é um apreciador de carteirinha de sakê ou se está apenas começando a se interessar pela bebida nipônica: de qualquer modo, com certeza já te aconteceu de comprar uma garrafa que você não pretendia abrir imediatamente — seja devido a uma promoção imperdível ou só para deixar em casa esperando por uma ocasião especial, não é? Nessa hora, é bem provável que tenha te ocorrido a seguinte dúvida: como é que se guarda esse tipo de bebida na despensa?

Para a sua informação, os seus sakês não devem ser guardados da mesma forma que você armazena seus licores ou vinhos. Então aprenda a cuidar deles do jeito certo no post de hoje!

Conheça os maiores inimigos do sakê

Quatro coisas podem estragar o seu sakê antes mesmo de você abrir a garrafa:

  • A luz, tanto do sol quanto de lâmpadas fluorescentes;
  • O calor — uma garrafa fechada aguenta, no máximo, temperaturas de até 20°C;
  • O oxigênio, que assim como acontece com algumas outras bebidas, pode oxidar o seu sakê;
  • E os movimentos bruscos e vibrações, que — acredite! — podem interferir no equilíbrio de sabor e aroma do sakê, especialmente no caso de sakês Nigori, que não são filtrados.

Para conservar seu sakê por mais tempo, portanto, o melhor é guardá-lo em garrafas escuras (ou embrulhadas em jornal), dentro da geladeira (ou em uma adega), bem vedadas (mesmo depois de abertas) e a salvo de batidas e sacudidas (nada de deixá-las debaixo da escada ou na porta da geladeira).

Saiba a diferença entre pasteurizado e semipasteurizado

Além de todos esses cuidados, também é bom descobrir se o sakê que você está guardando pasteurizado ou apenas semipasteurizado. Se for pasteurizado — é o caso da maioria deles, como Honjozo, Junmai e Ginjo —, ele não possui data de validade, embora seja preferível bebê-lo até dois anos depois da fabricação ou dentro de alguns meses após aberto e guardado na geladeira.

Por outro lado, os sakês semipasteurizados — do tipo Nama — são bem mais sensíveis, não resistindo a temperaturas superiores a 10°C mesmo estando fechados e devendo ser bebidos em até 6 meses após o engarrafamento e duas semanas depois de abertos.

Armazene corretamente para não se preocupar com a validade

Já te demos uma ideia de qual é o prazo ideal para consumir um sakê, dependendo de ser pasteurizado ou semipasteurizado, mas vale ressaltar aqui que ainda que não tenha data de vencimento, seu sabor pode ir mudando com o tempo, principalmente se ele não for armazenado corretamente, daí a importância de seguir as nossas dicas com cuidado!

Fique de olho na data de produção do seu sakê (que deve estar, no rótulo ou na garrafa, perto dos símbolos “製造年月”) e guarde-o longe dos inimigos de que falamos acima para que ele não perca em qualidade, ok?

Não tente amadurecer seus sakês em casa

Por último, não se esqueça de que apesar de ser chamado de vinho de arroz, o sakê é bem diferente do vinho feito com uvas, e não dá para deixar uma garrafa “amadurecendo” na sua adega como você faria com outra bebida. Na verdade, a maioria dos sakês não envelhece bem, exceto no caso do Koshu, que é amadurecido pelos próprios produtores, ganhando um sabor bem próximo do mel. Mas para qualquer outro tipo, o melhor é não esquecer a garrafa na despensa, viu?

Gostou de descobrir a maneira certa de guardar seus sakês? Então assine a nossa newsletter e não perca mais nenhuma novidade sobre as mais deliciosas bebidas do Japão!

Conheça os sakês premiados no último Monde Selection

Conheça os sakês premiados no último Monde Selection

O Monde Selection premia anualmente, desde 1961, diversas categorias de produtos, entre as quais se encontram os sakês.

E para conhecer mais sobre essa prestigiosa premiação e alguns dos rótulos que se destacaram, preparamos um post especial. Portanto, não deixe de conhecer — e provar! — essas maravilhosas joias do oriente.

O que é o Monde Selection?

O Monde Selection é um instituto localizado em Bruxelas (Bélgica) que conta com 70 experts em qualidade de renome internacional. Para a premiação anual, esses conhecedores são separados em grupos de acordo com suas especialidades, e avaliam diversos tipos de produtos, entre bebidas, tabaco, comida e outros.

No período de outubro a janeiro, empresas podem inscrever seus produtos para poder concorrer, inclusive produtores de sakês. Em 2015 foram mais de 70 bebidas premiadas na categoria Spirits & Liqueurs.

Quais os sakês premiados?

Beisia Junmai Ginjo

Da Beisia Co., vem recebendo há três anos consecutivos o Gold Award da Monde Selection. Possui teor alcoólico entre 15 e 16%. Utiliza apenas arroz “Yamadanishiki” e água “miyamizu” na sua produção. Originário da cidade de Fukuoka, no Japão.

Nanbu Bijin Junmai Ginjo

Cuidadosamente feito pela Nanbu Bijin Shuzo, utiliza o raro arroz “Ginotome” — que leva oito anos para se desenvolver, com polimento de 50% e teor alcoólico de 15%. Feito com água, arroz e mão de obra locais, da província de Iwate, é um sakê elegante e com uma fragrância leve. E o melhor: é um dos que você encontra aqui no e-sakê.

Onikan Daiginjo

Produzido pela EHshuzo Co., localizada na cidade de Nagano. Possui grau de polimento de 39% e é do tipo seco (nihonshu-do: +4). Seu teor alcoólico fica em 17% e pertence à categoria do Junmai Daiginjo.

Dewazakura Oka Ginjo

Conhecido como Cherry Bouquet (buquê de cereja), é um sakê popular — mas nem por isso menos delicioso, com teor alcoólico de 15,5%. Tem início seco na boca, mas aos poucos adquire cremosidade, com notas de frutas secas e uma finalização suave de melão. Produzido pela Dewazakura Sake Brewery, da província de Yamagata, é outro que você encontra no e-sakê.

Keiryu Junmai

A Endo Brewery Inc. conseguiu, em 2015, arrematar prêmios não apenas para a Keiryu Junmai, mas também para a Keiryu Asashibori e a Keiryu Junmaiginjo Kuroraberu. Um curiosidade: Keiruy significa riacho da montanha. Porém, vamos manter o foco no Junmai. Com 15% de teor alcoólico, este sakê possui 14 prêmios, sendo 7 apenas do Monde Selection.

Dassai 23 Junmai Daiginjo

O Dassai 23, da Asahi Shuzo Co., foi escolhido como o The Wonder 500, uma coleção do que há de melhor no Japão. Combina os melhores ingredientes e o nome já traz a porcentagem de polimento, 23% do arroz utilizado, o Yamadanishiki. É considerado o sakê mais complexo disponível no mercado, e você pode conferir e formar a sua opinião, pois temos o Dassai 23 em nossa seleção.

Chobitto Kanpai

Com apenas 6% de teor alcoólico, este sakê, produzido pela Hananomai Brewery Co. é do tipo bebida mista gaseificada, mais doce e é indicado como sobremesa. O Chobitto Kanpai também é produzido nas versões Melon, em que é adicionado à sua fórmula o melão cantaloupe originário da mesma região em que é produzido, Shizuoka. E Ichigo Strawberry, em que são adicionados morangos.

Ura-Gasanryu Koka

Este premiado sakê é bastante refrescante e com sabor intenso com toques de manga e pêssego. Com teor alcoólico de 14,8%, é fabricado com álcool etílico potável adicionado. Proveniente da província de Yamagata (Shindo Sake Brewery Co.), pode ser encontrado na nossa loja.

Zuicho Junmai Daiginjo

A Sawanotsuru Co., considera o Junmai Daiginjo Zuicho como um dos três de alta qualidade da sua linha, junto com o Daiginjo Shunshu e o Dainginjo Rocio 41. Essa companhia trabalha com o estilo da região de Nada para a fabrição de sakês e sua fábrica fica localizada em Kobe. Possui teor alcoólico de 16,3%.

Agora que você já conheceu alguns dos sakês premiados na Monde Selection 2015, que tal visitar a nossa loja virtual e aproveitar a maior variedade da bebida no Brasil, com 130 rótulos disponíveis? Assim você pode também eleger quais os seus favoritos e dividir conosco suas opiniões!

6 pratos japoneses que você precisa conhecer

6 pratos japoneses que você precisa conhecer

O número de apaixonados pela culinária japonesa não para de crescer no mundo todo, mas ainda tem gente que torce o nariz só de pensar em sushi. A verdade, porém, é que — além de não saberem o que estão perdendo! — essas pessoas não fazem ideia de que os pratos japoneses não se limitam nem de longe a peixe cru! Não acredita? Então fique ligado neste post e conheça 6 pratos imperdíveis da cozinha japa que vão muito além do sushi!

Takoyaki

Apesar de se parecer com um bolinho de feijão coberto com um molho escuro, o Takoyaki é muito mais inusitado: ele é uma panquequinha feita com polvo grelhado e frito em uma chapa especial para ficar bem redondo e crocante. O sabor pode ser comparado ao de um bolinho de bacalhau por causa do gosto do polvo, mas é muito diferente e ainda tem um pouco de picância por causa do gengibre.

Shabu Shabu

Ideal para os dias mais frios, o Shabu Shabu é mais ou menos como um tipo de fondue de carne japonês, só que no lugar de fritar a carne no óleo, você cozinha tiras fininhas dela na água junto a alguns legumes. O prato é servido com vários ingredientes que são cozidos na panela do Shabu Shabu e, depois, mergulhados nos molhinhos que acompanham e comidos com arroz. Uma ótima opção para curtir uma refeição ao estilo slow food com os amigos!

Fugu Kara-age

Tem muita gente que curte a adrenalina dos esportes radicais, mas para experimentar essa sensação de risco de vida à mesa, é só pedir uma porção de Fugu, ou baiacu. Para não matar o consumidor em segundos, esse peixe tem que ser cortado de maneira extremamente precisa, o que faz com que a autorização para servi-lo seja uma das mais difíceis de se conseguir no Japão! O curioso é que, na preparação tradicional, uma quantidade mínima de veneno precisa ser deixada no peixe, causando um formigamento na língua. O Fugu Kara-age é preparado fritando iscas temperadas do baiacu, mas o Fugu também pode ser consumido como sashimi, por exemplo. Você encararia?

Kobe beef

Acredite, depois de comer essa iguaria japonesa, a palavra “bife” nunca mais vai ter o mesmo significado para você. Isso porque o gado com o que se obtém o Kobe é criado verdadeiramente “a pão de ló”: as vaquinhas passam por uma dieta super restrita que pode incluir cerveja e maçãs, têm sessões regulares de massagem e até banhos de sakê! Tudo isso para produzir uma carne incomparavelmente macia, que praticamente derrete na boca. E você achando que churrasco era coisa de gaúcho!

Hakuto jelly

Gelatina pode até parecer uma sobremesa sem graça aqui no Brasil, mas esse não é o caso da Hakuto jelly. Feita com pêssegos tipo Hakuto, ela só é vendida no verão — época da fruta lá no Japão — de forma que o sabor da sobremesa pode variar de ano para ano, dependendo do clima e de como ele influenciou as pessegueiras! O doce geralmente é comercializado no formato de um pêssego, podendo ser comido com uma colher ou em pedacinhos.

Matcha aisu kurimu

Apesar do nome esquisito, Matcha aisu kurimu nada mais é que sorvete de chá verde (percebeu como aisu kurimu lembra ice cream?)! Mas embora seja um sabor extremamente tradicional no Japão, ele só se popularizou na forma de sorvete no finalzinho do século XX, acredita? Balanceando o gostinho amargo do chá verde com a doçura do sorvete, essa sobremesa é a pedida certa para refrescar suas papilas gustativas de um jeito que você nunca experimentou!

Ficou com vontade de provar esses pratos japoneses? Já comeu algum deles antes? Conte para a gente aqui nos comentários e, claro, não deixe de saboreá-los com um bom sakê! Se você não sabe como combiná-los com a bebida, é só conferir no nosso post sobre como escolher o melhor sakê para cada situação, viu?

Você conhece o sakê gaseificado?

Você conhece o sakê gaseificado?

Sakê gaseificado. Para os mais incrédulos, pode parecer uma brincadeira de primeiro de abril. Mas, garantimos que estamos falando de algo real e que vem conquistando novos adeptos no Japão e no mundo.

No post de hoje vamos aprender sobre essa bebida mista, como é feita e, é lógico, alguns rótulos para saborear. Confira!

O que é sakê gaseificado?

O nome já diz bastante coisa a respeito dessa bebida mista japonesa. O sakê gaseificado já existe há bastante tempo, mas se popularizou apenas há alguns anos. Por ser uma bebida com gás, ele possui maior frescor e doçura com leve amargor (o sabor varia dependendo do rótulo), teor alcoólico mais baixo, variando em torno dos 10%.

Isso faz com que o sakê gaseificado se torne mais fácil de ser saboreado principalmente para quem não está acostumado ao sabor da bebida, ou que prefere sabores mais leves, popularizando-se entre jovens e o público feminino.

Como é feito?

Na verdade, existem duas formas bem distintas para a produção do sakê gaseificado, mas ambas usam o mesmo produto elemento, o dióxido de carbono (CO2).

A mais antiga é armazenando o gás da segunda fermentação (em tanques ou em garrafas) do processo de fabricação do sakê tradicional. Em vez de deixar que esse CO2 siga para o ar, ele fica confinado.

Já a nova forma de produção de sakês gaseificados, com mais gás e menos álcool, utiliza o processo de injeção de dióxido de carbono artificialmente, da mesma forma como é feito com os refrigerantes.

Quais as diferenças para o sakê tradicional?

A primeira diferença entre o sakê gaseificado e o tradicional é, logicamente, a presença de bolhas de CO2 na primeira bebida.

Outra diz respeito à temperatura de consumo. Enquanto que no formato tradicional o sakê tem diversas temperaturas para serviço, o gaseificado é sempre servido resfriado, assim como é feito com espumantes, como o champanhe.

O modo de servir do sakê gaseificado também é diferente. A maioria é vendida em garrafas ou latas pequenas (180ml a 300ml), próprias para o consumo fácil, imediato — já que as bolhas costumam escapar rapidamente da bebida — e repetido.

Dicas de rótulos para conferir

E é claro que não poderíamos terminar sem oferecer algumas boas dicas de sakês gaseificados para você conhecer e saborear! São elas:

Hakutsuru Awayuki Sparkling

Com teor alcoólico de 5.5%, esse rótulo é lançamento no Japão, com sabor doce e agradável. Pode ser encontrado na nossa loja virtual.

Flower Snow

Com um sabor mais ácido no começo e seguido de um sabor de Junmai e doçura. Quando é aberto, os sedimentos brancos sobem e ficam parecendo uma leve neve dançando.

Umenoyado Tsuki Usagi Blueberry

Outro rótulo da nossa seleção, ele é feito com uma infusão em mirtilos (as blueberries do nome), que confere uma coloração rosada à bebida. Com teor alcoólico de 6%, é ideal como aperitivo ou acompanhamento para sobremesas.

Sparkling Jelly Peach

Opção vendida em latas da Ozeki Co., é uma bebida à base de sakê e gelatina, com sabor de pêssegos. A bebida está em nossa loja virtual e possui 5% de teor alcoólico. Ou seja: uma opção leve e gelada para os dias de calor.

Uma dica: que tal sair da mesmice dos espumantes para as comemorações e apostar no sakê gaseificado no próximo evento? Diferente e refrescante, com certeza é uma opção para inovar!

E para conhecer essa e outras diversas opções de sakês, umeshus e shochus, não deixe de visitar a nossa loja virtual!

 

O que pedir para beber em um encontro de negócios

O que pedir para beber em um encontro de negócios

Participar de um encontro de negócios em bares e restaurantes não é incomum. A oportunidade de conversar e até mesmo confraternizar pode ser uma ótima chance de provar que você é um bom funcionário além das paredes da firma, garantindo mais um contrato, ou, até mesmo, uma merecida promoção.

Não é incomum ter dúvidas sobre o que pedir para beber nessas ocasiões. No post de hoje preparamos uma listinha com algumas opções interessantes para ajudá-lo. Afinal, sua escolha pode dizer muito sobre quem você é. Confira!

Whisky

Um clássico. Não precisa ser o mais caro do cardápio e nem o mais antigo, mas para poder achar o ideal você precisa provar e pesquisar um pouco sobre a bebida. Muitos conhecedores dizem que existem whiskys mais novos que são de qualidade indiscutível. Costuma ser uma boa pedida com chocolates, castanhas, queijos, salmão e frutos do mar. O teor alcoólico é, em média, de 40%.

Dica: whisky com gelo é melhor para dias quentes. Já o neat pode ser uma boa pedida para os dias mais frios.

Vinho

Outro clássico é uma boa taça, seja como aperitivo (Espumante Brut, Vermute Seco ou Branco Seco) ou para acompanhar as refeições. O melhor, na dúvida, é consultar o sommelier da casa para conhecer as melhores opções para acompanhar o cardápio. O teor alcoólico pode variar entre 11 e 14%.

Dica: vinhos podem ser pedidos em taças — individual, em garrafas pequenas — que servem duas pessoas, ou nas garrafas convencionais, dependendo da disponibilidade de cada rótulo.

Cerveja

Hoje em dia as cervejas especiais e artesanais têm conquistado cada vez mais espaço. Consulte, antes do seu encontro de negócios, se o lugar em que você vai possui uma seleção. Uma dica para harmonizar: quanto mais sutil o sabor da comida, mais leve a cerveja. E quanto mais denso o cardápio, mais encorpada deve ser a bebida.

Dica: a máxima das boas cervejas serem belgas ou alemãs já caiu por terra. Hoje em dia existem diversos produtores brasileiros fazendo cervejas fantásticas. Só vale prestar atenção ao teor alcoólico, que pode chegar a até 30%.

Tequila

A tequila é uma bebida mexicana que se popularizou. O teor alcoólico pode variar entre as mais jovens e as mais envelhecidas, mas a média fica em 35%. Para um encontro de negócios, você pode pedir a bebida combinada em coquetéis, como a Margarita e a Tequila Sunrise. Em ocasiões mais despojadas, vale o clássico formato shot, acompanhado por limão e sal.

Sakê

Como a grande maioria dos produtos japoneses, há rituais que envolvem servir o sakê na temperatura correta para cada tipo. Também é possível fazer diversas harmonizações (você pode saber mais sobre o assunto aqui) para extrair o melhor de cada sabor.

A questão é que essa bebida vem conquistando muitos adeptos e apreciadores no mundo ocidental, fora dos restaurantes e bares orientais. Pedir um bom sakê, seja no bar ou no restaurante, significa apreciar algo além do óbvio, apostando em sabores requintados, repletos de uma cultura milenar e teor alcoólico baixo, em média 16%. Muitos restaurantes têm, inclusive, apostado em uma seleção especial da bebida para satisfazer o público brasileiro.

E você, qual bebida pretende pedir na sua próxima reunião de negócios? Lembre-se apenas de prestar atenção à quantidade, para não ultrapassar o limite (uma ou duas rodadas é mais do que suficiente), de nunca abrir mão da velha e boa água mineral para hidratar e não dirigir se for beber.

Para saber muito mais dobre o mundo do sakê e conhecer a maior variedade desses produtos na internet, não deixe de curtir a página do E-Sakê no Facebook!

6 melhores bebidas para um encontro romântico

6 melhores bebidas para um encontro romântico

Qual é o casal que não adora se esquecer de todas as atribulações do dia a dia e tirar uma noite apenas para aproveitar a companhia do seu par? E algo que combina muito bem com isso é um bom jantar acompanhado de uma boa bebida. E, em muitos casos, o que será consumido de certa forma será o centro das atenções de uma noite romântica, pois dará o tom de todo o restante do cenário, não é mesmo? Pensando nisso, nosso post de hoje vai trazer as 6 melhores bebidas para um encontro romântico. Nosso objetivo é te ajudar a acertar em cheio em sua noite especial! Vamos lá?

1. Sakê

Para uma noite especial, nada melhor do que escolher um bom sakê. Mas engana-se quem pensa que esta tradicional bebida do Japão só acompanha a cozinha oriental. Trata-se de uma bebida encorpada, que, apesar de apresentar sabor leve, respeitando o paladar de seus apreciadores, combina com quase todos os tipos de pratos, tanto quentes quanto frios. O mais legal de tudo isso é que o sakê é bastante versátil, podendo ser servido tanto no verão quanto no inverno. Ele é uma delícia em qualquer temperatura, inclusive morno ou quente. Seu teor alcoólico fica entre 10 e 20%, o que é ideal para aquecer os ânimos se consumido com certa moderação. Uma sugestão bacana para a hora de servir é usar os ochokos (pequenos copos feitos de argila ou cerâmica). Fica muito romântico!

2. Vinhos

Outro tipo de bebida que casa muito bem com um jantar romântico é o vinho. São vários tipos de uvas diferentes e, consequentemente, variados graus de acidez, que dessa forma satisfazem os mais diversos paladares. Seu teor alcoólico também está entre 10 e 15%. Destaque para os de uva Cabernet que, por serem menos ácidos, harmonizam com queijos e massas.

3. Espumantes

O charme e o aspecto chique fazem do espumante uma das bebidas mais sexys para uma noite entre apaixonados. É interessante que o casal converse para decidir qual tipo de espumante será consumido, pois entre as versões demi-sec, brut, rosê, entre outras, existe uma diferença relevante de sabor e acidez.

4. Umeshu

Quer inovar em sua noite romântica? Provoque uma surpresa em seu amor apresentando oUmeshu. Trata-se de um licor de ameixa japonesa, que já em seus primeiros goles agrada em cheio em função do seu sabor leve e seu aroma agradabilíssimo. Além disso, pode servir de base para fazer variados drinks. Caso queira trazer algo novo para a relação, o Umeshu é garantia de sucesso.

5. Martini

Outra bebida tradicionalíssima nos jantares entre casais, o Martini impressiona tanto pelo sabor quanto por sua aparência. Normalmente servido em uma taça em formato de cone, essa bebida feita de vermute, gim, licor amargo de laranja e um toque final de azeitona ou uma casquinha de limão, deve ser consumida com cautela em função do alto teor alcoólico. Você não vai querer estragar a sua noite, não é mesmo?

6. Cervejas especiais

Se seu amor é chegado mesmo em uma cervejinha e você não tem a intenção de variar ou se arriscar em outros sabores, ainda existe o recurso das cervejas especiais. São vários sabores, níveis de fermentação e apresentações que têm tudo para fazer da sua noite algo sofisticado e charmoso, mesmo com uma bebida tão comum.

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