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Conheça mais sobre a história do vinho

Conheça mais sobre a história do vinho

O vinho é uma das bebidas mais estimadas ao redor do mundo. Muito valorizada nos países da Europa, estima-se que no Brasil o consumo per capita por ano é de duas garrafas por pessoa. Ou seja, não se pode negar que a bebida é bem querida ao redor do planeta, e esse carinho começou há muitos anos, quando o vinho ainda era conhecido como “a bebida dos deuses”. Delicie-se com a história do vinho no post de hoje!

Desde a Idade da Pedra

Muitas pessoas já associam a existência do vinho ao período romano, pois o consumo está até mesmo registrado em uma das passagens mais importantes da Bíblia, em que Jesus transforma água em vinho. Porém, há registros históricos da produção da bebida desde a Idade da Pedra, devido a indícios de plantio organizado de vinhas na região da Geórgia, no Cáucaso. Na região da Armênia, foram encontradas prensas e outros equipamentos utilizados na produção da bebida que datam de 4.000 a.C.

O registro da Grécia

Uma das mais ilustres aparições do vinho em obras de arte acontece em obras gregas, de 750 a.C. Ilíada, de Homero, e Odisseia, de Ulisses. Essas importantes obras relatam o consumo da bebida na Grécia, onde era considerada a “bebida dos deuses”. A relação com o sagrado era tão forte que o povo tinha um Deus, de nome Dionísio, só para cultuar o vinho. Além disso, atribui-se aos gregos a criação da ânfora, uma espécie de vaso utilizado para fermentar e transportar a bebida.

História do vinho: romanos e egípcios

Entre os povos antigos, não foram só os gregos que estiveram envolvidos na história do vinho. Os romanos, por exemplo, são os responsáveis pelo aumento da produção e do consumo da bebida, que ocorreu durante o Império Romano sob o comando de Júlio César. Assim como os gregos, esse povo também tinha um Deus para celebrar o vinho, chamado de Baco.

Quando o Império Romano caiu, ocorreu uma diminuição na quantidade e na qualidade do vinho produzido, devido às invasões bárbaras. A Igreja Católica ficou então responsável pela preservação da cultura da vinha nos mosteiros. Os monges, então, aperfeiçoaram as técnicas, identificaram as melhores cepas de uva para a produção do vinho, melhores podas e cercaram os melhores vinhedos. Assim, com o fim dos conflitos, a qualidade da bebida melhorou e o comércio se aqueceu.

Os egípcios também têm uma passagem importante na existência do vinho. Nessa cultura, muito ligada à religião, os faraós queimavam as plantações de uva como sacrifício aos deuses, enquanto os sacerdotes bebiam o vinho para realizar rituais sagrados. Foram os egípcios também que começaram a fazer inscrições nas jarras das bebidas com informações sobre a produção da bebida, como as vinhas e o ano da safra, configurando os primeiros rótulos.

A chegada no novo continente

As plantações de uva e produção de vinho foram trazidas para as Américas com a colonização europeia, pois a bebida vinda dos navios não era suficiente para abastecer a tripulação. Com a Revolução Industrial e a descoberta de novas técnicas de fermentação por Pasteur, o processo de fabricação ficou mais simples e a bebida se popularizou, até chegar no atual posto de segunda bebida mais consumida do mundo, atrás apenas da cerveja.

E o oriente?

Acredita-se que o vinho surgiu no sul da Ásia e só depois expandiu para a África e Europa. No continente asiático, porém, ele não era exatamente a bebida mais popular na antiguidade: esse posto pertence aosakê, que coincidentemente é conhecido como “vinho de arroz”.

O processo de produção e fermentação das duas bebidas é parecido, e, assim como a uva, o arroz possui uma boa quantidade de açúcares que são fermentados ao entrarem em contato com o koji (no vinho, são usadas leveduras). As coincidências não param por aí: a bebida japonesa também era considerada sagrada antes de se popularizar, da mesma forma que ocorreu com o vinho.

Quer saber mais sobre a história do vinho, sakê e outras bebidas fermentadas? Curta a nossa página no Facebook e fique por dentro das novidades!

4 dicas para armazenar sakes de forma correta

4 dicas para armazenar sakes de forma correta

Não importa se você já é um apreciador de carteirinha de sakê ou se está apenas começando a se interessar pela bebida nipônica: de qualquer modo, com certeza já te aconteceu de comprar uma garrafa que você não pretendia abrir imediatamente — seja devido a uma promoção imperdível ou só para deixar em casa esperando por uma ocasião especial, não é? Nessa hora, é bem provável que tenha te ocorrido a seguinte dúvida: como é que se guarda esse tipo de bebida na despensa?

Para a sua informação, os seus sakês não devem ser guardados da mesma forma que você armazena seus licores ou vinhos. Então aprenda a cuidar deles do jeito certo no post de hoje!

Conheça os maiores inimigos do sakê

Quatro coisas podem estragar o seu sakê antes mesmo de você abrir a garrafa:

  • A luz, tanto do sol quanto de lâmpadas fluorescentes;
  • O calor — uma garrafa fechada aguenta, no máximo, temperaturas de até 20°C;
  • O oxigênio, que assim como acontece com algumas outras bebidas, pode oxidar o seu sakê;
  • E os movimentos bruscos e vibrações, que — acredite! — podem interferir no equilíbrio de sabor e aroma do sakê, especialmente no caso de sakês Nigori, que não são filtrados.

Para conservar seu sakê por mais tempo, portanto, o melhor é guardá-lo em garrafas escuras (ou embrulhadas em jornal), dentro da geladeira (ou em uma adega), bem vedadas (mesmo depois de abertas) e a salvo de batidas e sacudidas (nada de deixá-las debaixo da escada ou na porta da geladeira).

Saiba a diferença entre pasteurizado e semipasteurizado

Além de todos esses cuidados, também é bom descobrir se o sakê que você está guardando pasteurizado ou apenas semipasteurizado. Se for pasteurizado — é o caso da maioria deles, como Honjozo, Junmai e Ginjo —, ele não possui data de validade, embora seja preferível bebê-lo até dois anos depois da fabricação ou dentro de alguns meses após aberto e guardado na geladeira.

Por outro lado, os sakês semipasteurizados — do tipo Nama — são bem mais sensíveis, não resistindo a temperaturas superiores a 10°C mesmo estando fechados e devendo ser bebidos em até 6 meses após o engarrafamento e duas semanas depois de abertos.

Armazene corretamente para não se preocupar com a validade

Já te demos uma ideia de qual é o prazo ideal para consumir um sakê, dependendo de ser pasteurizado ou semipasteurizado, mas vale ressaltar aqui que ainda que não tenha data de vencimento, seu sabor pode ir mudando com o tempo, principalmente se ele não for armazenado corretamente, daí a importância de seguir as nossas dicas com cuidado!

Fique de olho na data de produção do seu sakê (que deve estar, no rótulo ou na garrafa, perto dos símbolos “製造年月”) e guarde-o longe dos inimigos de que falamos acima para que ele não perca em qualidade, ok?

Não tente amadurecer seus sakês em casa

Por último, não se esqueça de que apesar de ser chamado de vinho de arroz, o sakê é bem diferente do vinho feito com uvas, e não dá para deixar uma garrafa “amadurecendo” na sua adega como você faria com outra bebida. Na verdade, a maioria dos sakês não envelhece bem, exceto no caso do Koshu, que é amadurecido pelos próprios produtores, ganhando um sabor bem próximo do mel. Mas para qualquer outro tipo, o melhor é não esquecer a garrafa na despensa, viu?

Gostou de descobrir a maneira certa de guardar seus sakês? Então assine a nossa newsletter e não perca mais nenhuma novidade sobre as mais deliciosas bebidas do Japão!

Shochu: conheça a bebida japonesa destilada a partir da cevada

Shochu: conheça a bebida japonesa destilada a partir da cevada

Quando falamos em bebida japonesa, rapidamente pensamos no sakê, certo? Só que existem outras opções disponíveis para apreciar. Lembra que já falamos do Umeshu aqui no blog?

Hoje é a vez de você conhecer — e passar a apreciar! — o Shochu, uma bebida destilada bastante popular no Japão e, como veremos em nossa postagem, no mundo. Confira!

O que é Shochu?

Bebida japonesa de origens que remontam ao século XV, o Shochu (a pronúncia é Xô-Tchu) é um destilado que, embora proveniente da província de Kyushu, ao sul do Japão, ganhou notoriedade quando chegou à Kagoshima, considerada, hoje em dia, “A Terra do Shochu”.

A sua preparação pode ser feita a partir de diversos grãos, sendo os mais clássicos o arroz, a cevada, ou a batata-doce (no Brasil existe uma versão produzida a partir da mandioca orgânica) e a graduação alcoólica pode variar entre 15% e 45%, embora o mais comum seja 25%.

Uma curiosidade: adivinha qual é a bebida destilada mais vendida no planeta? Acertou em cheio quem respondeu Shochu!

Quais as diferenças entre Shochu e sakê?

O que diferencia o sakê do Shochu? É bem simples: enquanto no primeiro caso o processo de produção usado é a fermentação (como o vinho ou a cerveja), o segundo é uma bebida destilada (como o uísque e a cachaça).

Outra diferença está no ingrediente principal. Enquanto o sakê é feito sempre com arroz, os shochus mais populares são a base de cevada ou batata doce.

Agora o principal está no quesito popularidade. Embora possam não ser das bebidas mais conhecidas aqui no Brasil, o Shochu é a bebida preferida da juventude japonesa, ultrapassando o consumo do sakê.

Como é feita essa bebida destilada?

Dependendo do ingrediente principal da bebida e do fabricante, podemos ter pequenas variações no processo de produção do Shochu. Vamos falar dos principais. Depois da escolha dos grãos, eles são fervidos, esfriados e esmagados. Depois disso, a bebida é destilada, guardada e envelhecida. No final, o Shochu é engarrafado e segue seu rumo (encontre várias opções aqui).

Qual o sabor e aroma dessa bebida japonesa?

Na antiguidade, era uma bebida considerada remédio para diversos males e há quem diga que é uma das chaves para a longevidade. Mas está longe de ter gosto de xaropes. Mais forte do que o sakê e mais leve do que o uísque, é o tipo de bebida versátil, que serve tanto para o bar, quanto para acompanhar uma boa refeição.

E a chave da sua popularidade talvez esteja nesse tripé: força, suavidade e versatilidade.

Quais são as dicas para apreciar a bebida?

E aproveitamos para oferecer algumas dicas para apreciar essa bebida japonesa destilada:

  • Consumir na temperatura ambiente é a melhor forma de se absorver o buquê e sabor de um bom Shochu;
  • Pode ser servido com água gelada para baixar o teor alcoólico, principalmente quando se está num encontro de negócios ou no meio de um dia de compromissos;
  • Ingrediente interessante para drinks, como Shochu e tônica ou Shochu-Campari. Pode, ainda, ser parte de coquetéis cítricos (ótimo com suco de acerola e gelo) e, ainda, como ingrediente para uma brasileira caipirinha.

Aproveite que você foi apresentado a mais essa bebida japonesa e não deixe de visitar a nossaloja virtual e conhecer a seleção especial que separamos. E depois nos conte o que achou desse famoso destilado!

 

Conheça os sakês premiados no último Monde Selection

Conheça os sakês premiados no último Monde Selection

O Monde Selection premia anualmente, desde 1961, diversas categorias de produtos, entre as quais se encontram os sakês.

E para conhecer mais sobre essa prestigiosa premiação e alguns dos rótulos que se destacaram, preparamos um post especial. Portanto, não deixe de conhecer — e provar! — essas maravilhosas joias do oriente.

O que é o Monde Selection?

O Monde Selection é um instituto localizado em Bruxelas (Bélgica) que conta com 70 experts em qualidade de renome internacional. Para a premiação anual, esses conhecedores são separados em grupos de acordo com suas especialidades, e avaliam diversos tipos de produtos, entre bebidas, tabaco, comida e outros.

No período de outubro a janeiro, empresas podem inscrever seus produtos para poder concorrer, inclusive produtores de sakês. Em 2015 foram mais de 70 bebidas premiadas na categoria Spirits & Liqueurs.

Quais os sakês premiados?

Beisia Junmai Ginjo

Da Beisia Co., vem recebendo há três anos consecutivos o Gold Award da Monde Selection. Possui teor alcoólico entre 15 e 16%. Utiliza apenas arroz “Yamadanishiki” e água “miyamizu” na sua produção. Originário da cidade de Fukuoka, no Japão.

Nanbu Bijin Junmai Ginjo

Cuidadosamente feito pela Nanbu Bijin Shuzo, utiliza o raro arroz “Ginotome” — que leva oito anos para se desenvolver, com polimento de 50% e teor alcoólico de 15%. Feito com água, arroz e mão de obra locais, da província de Iwate, é um sakê elegante e com uma fragrância leve. E o melhor: é um dos que você encontra aqui no e-sakê.

Onikan Daiginjo

Produzido pela EHshuzo Co., localizada na cidade de Nagano. Possui grau de polimento de 39% e é do tipo seco (nihonshu-do: +4). Seu teor alcoólico fica em 17% e pertence à categoria do Junmai Daiginjo.

Dewazakura Oka Ginjo

Conhecido como Cherry Bouquet (buquê de cereja), é um sakê popular — mas nem por isso menos delicioso, com teor alcoólico de 15,5%. Tem início seco na boca, mas aos poucos adquire cremosidade, com notas de frutas secas e uma finalização suave de melão. Produzido pela Dewazakura Sake Brewery, da província de Yamagata, é outro que você encontra no e-sakê.

Keiryu Junmai

A Endo Brewery Inc. conseguiu, em 2015, arrematar prêmios não apenas para a Keiryu Junmai, mas também para a Keiryu Asashibori e a Keiryu Junmaiginjo Kuroraberu. Um curiosidade: Keiruy significa riacho da montanha. Porém, vamos manter o foco no Junmai. Com 15% de teor alcoólico, este sakê possui 14 prêmios, sendo 7 apenas do Monde Selection.

Dassai 23 Junmai Daiginjo

O Dassai 23, da Asahi Shuzo Co., foi escolhido como o The Wonder 500, uma coleção do que há de melhor no Japão. Combina os melhores ingredientes e o nome já traz a porcentagem de polimento, 23% do arroz utilizado, o Yamadanishiki. É considerado o sakê mais complexo disponível no mercado, e você pode conferir e formar a sua opinião, pois temos o Dassai 23 em nossa seleção.

Chobitto Kanpai

Com apenas 6% de teor alcoólico, este sakê, produzido pela Hananomai Brewery Co. é do tipo bebida mista gaseificada, mais doce e é indicado como sobremesa. O Chobitto Kanpai também é produzido nas versões Melon, em que é adicionado à sua fórmula o melão cantaloupe originário da mesma região em que é produzido, Shizuoka. E Ichigo Strawberry, em que são adicionados morangos.

Ura-Gasanryu Koka

Este premiado sakê é bastante refrescante e com sabor intenso com toques de manga e pêssego. Com teor alcoólico de 14,8%, é fabricado com álcool etílico potável adicionado. Proveniente da província de Yamagata (Shindo Sake Brewery Co.), pode ser encontrado na nossa loja.

Zuicho Junmai Daiginjo

A Sawanotsuru Co., considera o Junmai Daiginjo Zuicho como um dos três de alta qualidade da sua linha, junto com o Daiginjo Shunshu e o Dainginjo Rocio 41. Essa companhia trabalha com o estilo da região de Nada para a fabrição de sakês e sua fábrica fica localizada em Kobe. Possui teor alcoólico de 16,3%.

Agora que você já conheceu alguns dos sakês premiados na Monde Selection 2015, que tal visitar a nossa loja virtual e aproveitar a maior variedade da bebida no Brasil, com 130 rótulos disponíveis? Assim você pode também eleger quais os seus favoritos e dividir conosco suas opiniões!

6 pratos japoneses que você precisa conhecer

6 pratos japoneses que você precisa conhecer

O número de apaixonados pela culinária japonesa não para de crescer no mundo todo, mas ainda tem gente que torce o nariz só de pensar em sushi. A verdade, porém, é que — além de não saberem o que estão perdendo! — essas pessoas não fazem ideia de que os pratos japoneses não se limitam nem de longe a peixe cru! Não acredita? Então fique ligado neste post e conheça 6 pratos imperdíveis da cozinha japa que vão muito além do sushi!

Takoyaki

Apesar de se parecer com um bolinho de feijão coberto com um molho escuro, o Takoyaki é muito mais inusitado: ele é uma panquequinha feita com polvo grelhado e frito em uma chapa especial para ficar bem redondo e crocante. O sabor pode ser comparado ao de um bolinho de bacalhau por causa do gosto do polvo, mas é muito diferente e ainda tem um pouco de picância por causa do gengibre.

Shabu Shabu

Ideal para os dias mais frios, o Shabu Shabu é mais ou menos como um tipo de fondue de carne japonês, só que no lugar de fritar a carne no óleo, você cozinha tiras fininhas dela na água junto a alguns legumes. O prato é servido com vários ingredientes que são cozidos na panela do Shabu Shabu e, depois, mergulhados nos molhinhos que acompanham e comidos com arroz. Uma ótima opção para curtir uma refeição ao estilo slow food com os amigos!

Fugu Kara-age

Tem muita gente que curte a adrenalina dos esportes radicais, mas para experimentar essa sensação de risco de vida à mesa, é só pedir uma porção de Fugu, ou baiacu. Para não matar o consumidor em segundos, esse peixe tem que ser cortado de maneira extremamente precisa, o que faz com que a autorização para servi-lo seja uma das mais difíceis de se conseguir no Japão! O curioso é que, na preparação tradicional, uma quantidade mínima de veneno precisa ser deixada no peixe, causando um formigamento na língua. O Fugu Kara-age é preparado fritando iscas temperadas do baiacu, mas o Fugu também pode ser consumido como sashimi, por exemplo. Você encararia?

Kobe beef

Acredite, depois de comer essa iguaria japonesa, a palavra “bife” nunca mais vai ter o mesmo significado para você. Isso porque o gado com o que se obtém o Kobe é criado verdadeiramente “a pão de ló”: as vaquinhas passam por uma dieta super restrita que pode incluir cerveja e maçãs, têm sessões regulares de massagem e até banhos de sakê! Tudo isso para produzir uma carne incomparavelmente macia, que praticamente derrete na boca. E você achando que churrasco era coisa de gaúcho!

Hakuto jelly

Gelatina pode até parecer uma sobremesa sem graça aqui no Brasil, mas esse não é o caso da Hakuto jelly. Feita com pêssegos tipo Hakuto, ela só é vendida no verão — época da fruta lá no Japão — de forma que o sabor da sobremesa pode variar de ano para ano, dependendo do clima e de como ele influenciou as pessegueiras! O doce geralmente é comercializado no formato de um pêssego, podendo ser comido com uma colher ou em pedacinhos.

Matcha aisu kurimu

Apesar do nome esquisito, Matcha aisu kurimu nada mais é que sorvete de chá verde (percebeu como aisu kurimu lembra ice cream?)! Mas embora seja um sabor extremamente tradicional no Japão, ele só se popularizou na forma de sorvete no finalzinho do século XX, acredita? Balanceando o gostinho amargo do chá verde com a doçura do sorvete, essa sobremesa é a pedida certa para refrescar suas papilas gustativas de um jeito que você nunca experimentou!

Ficou com vontade de provar esses pratos japoneses? Já comeu algum deles antes? Conte para a gente aqui nos comentários e, claro, não deixe de saboreá-los com um bom sakê! Se você não sabe como combiná-los com a bebida, é só conferir no nosso post sobre como escolher o melhor sakê para cada situação, viu?